quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Ensino Médio Inovador: inovador?

A minha escola é uma das 16 escolas do Rio de Janeiro selecionada para o Projeto Ensino Médio Inovador; um projeto que visa dinamizar o processo ensino-aprendizagem, de maneira interdisciplinar e contextualizada.

Há quatro pilares, que formam a base de ensino do EMI: trabalho, ciência, tecnologia e cultura.

Passei por uma Formação Continuada, na última semana, tendo como residência a ESEM (www.esem.com.br). Junto comigo estavam outros quatro colegas de minha escola e, desta forma, pudemos refletir sobre alguns problemas que enfrentamos no nosso dia-a-dia, além de tentar buscar soluções, para os desafios que vislumbramos, antes mesmo de retornar à nossa escola.

Descobrimos que já trabalhos de maneira contextualizada, mas ainda temos muito a aprender como, efetivamente, trabalhar de maneira interdisciplinar. Para isso, modificamos o modus operandi do nosso planejamento e estamos tentando conscientizar alguns colegas, os que, ainda, são reticentes às inovações pedagógicas.

Passo-a-passo, dia após dia...na educação, estamos habituados a querer que tudo aconteça de maneira imediata, principalmente quando se refere a aumento de salário. No entanto, durante a formação profissional, é sabido que a formação do educando é paulatina e não há como ser diferente. Logo, é inadmissível crer que uma inovação educacional ocorra num estalar de dedos.

Se voltarmos no tempo, veremos o quanto a educação pública foi deixada de lado e, com isso, a formação básica de gerações.

Tive o prazer de ouvir pessoas como: Prof. Edgard Morin, Prof. Mauro Maldonato, Prof. Platão Savioli, Prof. Antonio, Prof. Artur Motta, Profª Claudia, Profª Pillar, Prof. Cordão, dentre outros tantos colegas e representantes de órgãos e setores públicos, que contribuíram para o meu enriquecimento profissional.

Compartilhei momentos com muitos colegas de diferentes Estados do nosso país e isso me fez perceber que, infelizmente, o meu Estado ainda está muito distante do esperado, em termos pedagógicos. Tive a alegria de conhecer pessoas e, com elas, poder contornar momentos de tensão; trocar ideias sobre nossas funções; debater sobre os problemas que nos afligem; e, até mesmo, rir, de madrugada, do que vivenciávamos durante a Formação.

Tudo é um processo e, durante este processo, viveremos as expectativas e frustrações que surgirão.

No mais, há que se ressaltar que terei um ano de muito trabalho e, espero, de muitas realizações em prol dos alunos da minha escola. Não tenho como não lamentar a ausência da Secretária de Estado de Educação do Rio de Janeiro, na Formação Continuada, em decorrência da nossa Cidade ter sido a anfitriã desta Formação. E, mesmo que algumas perguntas não tenham sido respondidas, considero que a presença do Prof. Artextes tenha sido fundamental, para que tivéssemos a certeza de que o MEC caminha lado a lado com as Secretarias de Estado de Educação.

E, como diz uma música dos Titãs:

“Vamos ao trabalho
Vamos ao trabalho
E só há uma maneira de fazê-lo direito, bem feito
Senão é melhor nem começar”

Abraços fraternos.

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E.m. t.e.m.p.o:

1) Frase que sintetiza o título desta postagem: estou torcendo para que o EMI não frustre as expectativas de meus colegas professores, assim como o Projeto dos CIEPs e CAICs.

2) Na 4ª feira, dia 27/01, Marcelo Torres Jazz Band fez uma apresentação dentro da programação do EMI. Todo e qualquer profissional da área de educação merecia assisti-los, quer seja pela grandiosidade da apresentação, quer seja por precisar ouvir algumas coisinhas.

3) SIM!!! Estou muuuuuuuuito feliz! Sinto estar numa das melhores fases da minha vida. Com muito trabalho, estudando bastante e aproveitando cada momento que Deus tem proporcionado a mim.

4) Lançamento do clipe da minha amiga Mônica Montone; será no próximo dia 09/02, às 21h, na Cinematèque (Botafogo-RJ). Vale a pena ir até lá, especialmente porque participei dos bastidores da gravação e vi o carinho com que o mesmo foi produzido. A imagem, abaixo, diz tudo. Vambora, amigos???

domingo, 15 de novembro de 2009

Titãs in Rio!!!


É...show dos Titãs é algo indescritível!!! Só quem vivencia pode tentar explicar o que é cada momento ligado a eles.


Há dois meses atrás, consegui comprar o ingresso para a 2ª fileira, em uma mesa. Confesso que assistir Titãs sentada é horrível...rs...dá vontade de esquecer quem quer que esteja atrás, ficar em pé, pular e dançar o tempo todo; mas, infelizmente tal postura não é permitida.


Contagem regressiva até a noite da última sexta-feira. Atraso? Nem notei que houve atraso no início do show, até porque tinham tantos amigos por lá, que o papo não se esgotou; pelo contrário, ainda temos muito o que comentar.


Tenho que destacar as estratégias de um amigo, para ficar no melhor local possível, já que quando adquiriu o ingresso para o show, só tinha no setor 3. Ficar no banheiro até o fim da 1ª música e, depois, ficar bem na frente, foi a melhor estratégia...rs...(não disse que isso estaria no meu blog, Lisssssssssss?...rsrsrsrsrsrs). Nem precisou, porque rolou uma pista improvisada, ao lado das mesas, num grande espaço, já que no Vivo Rio não há um espaço definido para pista.


Enfim, o show!!! Vê-los pisando no palco foi de arrepiar; cada música; cada comentário; cada acorde. Iluminação perfeita!!!


Com relação ao setlist eu, provavelmente, irei esquecer de alguma música, até porque um fã (que não conheço) levou para casa, o que estava fixado no palco...rs...Fã sempre acha que faltou alguma música e, como fã, achei que a música “Pelo avesso” iria rolar, já que é tema de abertura da novela das 6, “Cama de Gato”. Agora, TODAS as que tocaram foram fantásticas e conhecidíssimas. Lógico, algumas das novas do CD e, das que seriam menos conhecidas, “Disneylândia” e “Porrada”. O restante (incluindo “Cabeça Dinossauro”) foram cantadas pelo público presente.


Um momento de muita emoção foi quando o Paulo Miklos disse que estava faltando uma pessoa ali, mas que, mesmo assim, a sua presença era sentida e a ausência lamentada. Ele estava falando da sua esposa, a Rachel, que se encontra internada em São Paulo. Neste momento, foi difícil segurar o choro e, este comentário foi um intróito para a música “Porque eu sei que é amor”, do novo CD. Confesso que fiquei torcendo para que ele conseguisse cantá-la toda. Cantamos juntos, com os olhos cheios d’água, enquanto ele enxugava (de vez em quando) o rosto.


O bis é tradição e as mesas foram totalmente esquecidas. Fiquei coladinha no palco e a emoção foi muito maior, principalmente, quando o Miklos me deu a paleta, que ele estava usando, durante o show.


No pós-show, momento camarim, aonde tirei as fotos que estão na montagem. Foi incrível ver e tirar foto com Leoni e Malu Madder. Estavam presentes, também, Alessandro Molon, Rosana Garcia, Beth e Goffman e Claudia Abreu.


Agora, é aguardar o próximo show dos Titãs, aqui no Rio de Janeiro.


Abraços fraternos.


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E.m. t.e.m.p.o:


1) Estou torcendo pela pronta recuperação da Rachel, esposa do Paulo Miklos.


2) Lançamento do livro “Vertentes”, amanhã, dia 16 (Tanussi Cardoso, Elaine Pauvolid, Marcio Catunda e Ricardo Alfaya (o 5º poeta é o Marcio Carvalho, uma homenagem póstuma, com o relançamento de seu livro "NAVALHAS VOADORAS PARA CORTAR A TARDE"), das 19h às 22h, na Casa de Cultura Laura Alvim, na Av. Vieira Souto, 176, Ipanema, Rio de Janeiro (perto da Pça. General Osório, Posto 1). Maiores detalhes podem ser obtidos no blog criado pela parceira Elaine Pauvolid para divulgação da obra: http://wwww.vertentes.blogger.com.br/)


3) Show de Rodrigo Santos, na Melt, no próximo dia 19. Maiores informações veja em: http://twitter.com/rodsanoficial


4) Sim!!! Estou muito feliz; trabalhando e estudando muito, mas feliz da vida!!! Amando cada momento, que Deus está me proporcionando.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Uma noite de apagão!!!


É...confesso que não achei que passaria, pelo que passei.


Ontem à noite, o Rio de Janeiro parou, por falta de energia. Apagão geral em grande parte do Brasil. Até aí, nenhuma novidade para você; só que, sinceramente, senti muito medo, na rua, quando voltava para casa, depois de sair do trabalho.


Saí do Leblon às 22h e resolvi retornar, para o Flamengo, de metrô. Nossa...que sensação horrível, estar no meio da rua, e ver todas as luzes se apagando! Faróis dos carros e ônibus iluminavam a rua...confesso que fiquei muito feliz por tê-los na rua. Havia o Metrô na Superfície e, obviamente, quando cheguei na Estação Siqueira Campos, o Metrô havia parado. Ok...melhor alternativa: táxi! Aliás, nem sei porque não optei por isso, quando estava no Leblon e só me dei conta disso em Copacabana; falhas da mente ou desígnios de Deus.


Bom...além do apagão e não ter metrô, os táxis não paravam e, depois de muita espera, não tive outra alternativa, a não ser retornar em um ônibus comum. Aliás, dei graças à Deus, por ter algum que passasse no Flamengo, pois notei que a maioria esmagadora dos ônibus vão pelo Aterro ou passam na Praia do Flamengo e, neste caso, o breu seria total e o perigo de andar na rua ainda maior.


Ainda em Copacabana, ouvi tiros, vi (bem próximo a mim) um assalto e, por fim, bomba jogada em pela Figueiredo Magalhães. Foi duríssimo perceber que qualquer pessoa, na rua, poderia ser alvo de violência, seja ela de que tipo fosse. Vi algumas viaturas policiais circulando, enquanto aguardava o transporte, mas confesso que não sei se conseguiam ver algo, porque estavam muito escuras as ruas. Sensação muito ruim!


Por fim, chegar em casa foi a maior alegria que tive (mesmo sendo quase meia noite); subir 6 andares no meu prédio foi um complemento do alívio que senti, quando entrei no meu prédio.


Mesmo estando feliz, por não ter passado por problemas maiores, senti uma angústia muito grande e tentei fazer contato com algumas pessoas, além de fazer contato com outras, pelo MSN; falar com alguém, no celular, foi outro desafio e, infelizmente, algumas pessoas não obtive retorno. Medo de que alguma pessoa querida tivesse passado por algo ruim.


Conclusões de uma noite de apagão:


1) depois do apagão, agora a missão é economizar água, aqui no Rio de Janeiro (ao menos, nas próximas 72h);


2) estou dando valor a cada momento de vida; a cada piscada de olhos; a cada sorriso das pessoas que amo;


3) coisas pequenas irei desprezar, até para sentir melhor cada coisa boa, que Deus me proporcionar viver;


4) TUDO...absolutamente tudo, mesmo, poderia ser pior. Então, para que lamentar, pelo que não viveu ou pelos dissabores da vida? Ontem, mesmo, o que eu vivi, poderia ter sido muuuuuuuuito pior;


5) viver a vida...senti-la, como se não houvesse o amanhã...até porque, de repente, ele não poderá não acontecer, mesmo!

Abraços fraternos!


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E.m. t.e.m.p.o:


1) Titãs na próxima 6ª feira, no Vivo Rio.


2) Hoje recebi um e-mail da Coordenação da minha pós-graduação...minha monografia deverá ser entregue até dia 08/03, I.M.P.R.E.T.E.R.I.V.E.L.M.E.N.T.E!!!


3) Entre um casamento, votação da OAB/RJ, comemorações de aniversários de alguns amigos, trabalhos, estudos, shows e algo muito especial “rolando”, segue uma dica fantástica, de lançamento do livro de um grande amigo: TANUSSI CARDOSO!!!


Tanussi Cardoso, Elaine Pauvolid, Marcio Catunda e Ricardo Alfaya (o 5º poeta é o Marcio Carvalho, uma homenagem póstuma, com o relançamento de seu livro "NAVALHAS VOADORAS PARA CORTAR A TARDE"), iremos lançar uma Coletânea, "VERTENTES", no dia 16 de novembro, segunda-feira, das 19h às 22h, na Casa de Cultura Laura Alvim, na Av. Vieira Souto, 176, Ipanema, Rio de Janeiro (perto da Pça. General Osório, Posto 1). Maiores detalhes podem ser obtidos no blog criado pela parceira Elaine Pauvolid para divulgação da obra:


http://wwww.vertentes.blogger.com.br/



quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Ser Flamenguista é...


Ser flamenguista é:


Assistir a um jogo do Flamengo, no melhor, mais famoso e mais cultuado estádio do Mundo, sendo este considerado como o Caldeirão Rubro-Negro: o Maracanã;


Ter a sensação de que o Mundo todo é flamenguista;


Chegar a conclusão de que TODOS assistem a um jogo do Flamengo, quer seja para torcer contra ou a favor, mas estão lá, dando a audiência que o time merece ter;


Achar que, a cada queda de um jogador flamenguista, na grande área do time adversário, é pênalti e xingar o juiz, quando ele não marca o pênalti;


Ter a certeza de que o nosso goleiro irá chegar em todas as bolas e, como agradecimento, entoamos que ele é, sem dúvida, o melhor goleiro do Brasil;


Ficar extremamente feliz com o árbitro, quando ele manda o goleiro do time adversário retornar para o gol, pois o pênalti cobrado, graças a ele, será cobrado novamente; ou seja, outra chance real de gol;


Estar, sempre, com os nervos à flor da pele, durante uma partida do Flamengo;


Se arrepiar a cada bela jogada, a cada drible, a cada momento de impacto e alegria;


Vibrar, gritar, entoar o nosso hino e os que fazem parte de cada jogo;


Enfim...


Dar graças a cada jogador, a cada bom momento vivido por ser um flamenguista e, principalmente, honrar o manto sagrado, o vestindo em dias especiais, como hoje!!!


Parabéns a todos os flamenguistas por ser hoje o dia publicado no Diário Oficial como o Dia do Torcedor Rubro-Negro.


E se você não for um flamenguista, um torcedor ou um cidadão rubro-negro, tudo bem; não lamente, mas aja e faça parte da campanha “torne-se um flamenguista”! Afinal de contas, tudo, na vida, tem solução!


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E. m. t. e. m. p. o. 1: A imagem acima foi tirada por mim (via celular), a 1ª visita ao Museu do Futebol (no último Fla x Flu), que fica dentro do Maracanã; mais precisamente, na Calçada da Fama e (sendo uma parada obrigatória para todo flamenguista) junto aos “pés” do grande Zico. Não resisti e coloquei meu pé, em cima da marca do dele. Feliz da vida saí de lá e ainda vi o ônibus dos jogadores; pena a foto ter ficado muito escura.


E. m. t. e. m. p. o. 2: Hoje tem Barueri x Flamengo. Vamos que vamos, rumo não só ao G4, mas à liderança do Campeonato Brasileiro!!!


E. m. t. e. m. p. o. 3: Para quem está se organizando e querendo assistir a um dos jogos do Flamengo em casa, saiba que o Flamengo ainda terá 3 jogos no Caldeirão Rubro-Negro: 31/10, contra o Santos; 22/11, contra o Goiás; e, no último dia do Campeonato Brasileiro (06/12 – nesse eu vou de qualquer maneira), contra o Grêmio!!!


E. m. t. e. m. p. o. 4: Ah...se você tem a sua própria opinião, sobre como é ser um flamenguista, não deixei de comentar.



terça-feira, 6 de outubro de 2009

Abduzida pelos livros...


E não é que resolvi falar um pouco da minha trajetória na monografia?...rs...


Bem...sei que não é uma tarefa fácil para ninguém do meu curso ou de qualquer outro, mas estou imersa em livros, textos e vídeos, sobre o título da minha monografia: "Gestão das TICs: por uma nova prática de gestão escolar".

Já sou ansiosa desde que nasci e me sinto mais ainda, diante de prazos e das seletas leituras que tenho feito.

Lazer: ler livros sobre a minha mono;
Livros preferidos: os livros da minha mono;
Cinema: vídeos relacionados a minha mono...

Como, durmo, acordo, sonho monografia...sinto ter sido abduzida por minhas leituras, pois vejo este tema dentro das 24h que tenho, todos os dias e em tudo o que me deparo.

Lamento pelos meus pais [estes, em especial] e pelos meus amigos, que pouco me têem [ops...uma dúvida ortográfica: caiu ou não o acento desta palavra? Rs]...é...muitas dúvidas estão por vir, mas o que importa é a vontade e dedicação, que tenho dispensado nesta obra monográfica.

Abraços fraternos.

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E.m. t.e.m.p.o.: Show dos Titãs, aqui no RJ...Vivo Rio, dia 13/11, às 22h...já estou com meu ingresso comprado, para a mesa 210. Sou fã deles e de outras pessoas, que valem a pena ouvir, como: Mônica Montone, Sucata de Luxo, Alex Góes, Rodrigo Santos, Marília Bessy, Pitty, Pedro Mariano...joguem no Youtube e se deliciem!!! C.O.N.F.E.S.S.O: meu iPod tem de tudo...só não tem pagode, ok?...rs...

domingo, 2 de agosto de 2009

"Sutilmente"


"E quando eu estiver
Triste
Simplesmente
Me abrace
E quando eu estiver
Louco
Subitamente
Se afaste
E quando eu estiver
Fogo
Suavemente
Se encaixe...
E quando eu estiver
Triste
Simplesmente
Me abrace
E quando eu estiver
Louco
Subitamente
Se afaste
E quando eu estiver
Bobo
Sutilmente
Disfarce...
Mas quando eu estiver
Morto
Suplico que não me mate não
Dentro de ti
Dentro de ti...
Mesmo que o mundo
Acabe enfim
Dentro de tudo
Que cabe em ti"
SKANK
(Nando Reis e Samuel Rosa)

sábado, 1 de agosto de 2009

Bom dia, Rio de Janeiro...Bom dia, Mundo!!!

Bom dia, pessoas queridas!!!

Que graça tem morar no Rio de Janeiro e não apreciar um belo amanhecer? Um lindo dia de sol, que me fez pensar o quanto a cidade em que vivo é bela.

Para quem ainda não a conhece, ela possui problemas como qualquer grande cidade, mas a sua beleza desperta sorrisos largos e fartos.

Cada cantinho tem sua beleza: o Maracanã [Flamengo x Corinthians, dia 09/08, às 16h...quem se habilita a estar comigo nas cadeiras brancas?...rs...]; o Jardim Botânico, com suas palmeiras imperiais; o Parque Ginle, um lindo espaço de paisagem; o Palácio do Catete...ahhhhhhhhhhhhhh...como é bom estar nele...sinto-me viajando no tempo...e os seus jardins? Ai, ai...tenho ótimas lembranças dali; o Aterro do Flamengo...qualquer comentário que eu faça será infinitamente menor que a sua beleza; a Praia de Copacabana...prefiro admirá-la do Forte de Copacabana...bem mais bela; o pôr-do-sol do Arpoador...nossa...parece que de lá tudo fica mais belo, mais limpo...é o mais belo pôr-do-sol que vi na minha vida.

Falar sobre cada cantinho do Rio de Janeiro que me faz abrir aquele sorrisão é ficar horas, até porque vejo beleza, também, na paisagem que vemos, através do carro ou do metrô, aonde quer que estejamos.

“Pra nunca perder esse riso largo”, como diz a música “Cuide-se bem” do Guilherme Arantes, morar no Rio de Janeiro é uma opção da qual não abro mão.

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E.m. t.e.m.p.o: a foto acima foi tirada pela minha mamãe. Esta é a Av. Pres. Vargas, que liga a Candelária [aonde tem uma linda e centenária igreja] ao trevo dos Marinheiros, uma trifurcação que leva ao Estácio [bairro mais antigo do Rio de Janeiro], à Leopoldina [aonde temos a Estação de trem mais antiga e aonde havia o trem de prata, que ligava Rio a Sampa] e Praça da Bandeira [através de um viaduto, que pode levar, também a Tijuca]. Nesta foto vê-se, abaixo, o monumento ao Zumbi dos Palmares [perto do canal] e, à direita, o prédio chamado popularmente de “Balança mais não cai”...rs...o motivo deste apelido é que ele foi construído no final dos anos 50, para servir de moradia para a classe média. Só que como ele sofreu um desnivelamento de mais de 20 cm para a Av. Pres. Vargas, logicamente que iria viver lá desistiu. Daí surgiu o programa da Rádio Nacional, que foi, também, para a TV, com o mesmo título, como sátira.